29 de setembro de 2009

Um Cupopin Melhor...

Estamos trabalhando para melhorar o blog Cupopin e temos novidades bem quentinhas:

- Compramos o dominio "cupopin.com.br"
- Estamos trabalhando na plataforma do wordpress pra fazer a pagina
- Como vamos trabalhar com o wordpress vamos estar funcionando em um novo endereco, ate que o cupopin.com.br esteja pronto, segue embaixo


O nosso objetivo eh estar fazendo um site/pagina bem divertido, e para isso contamos com a opiniao de vcs para melhora-la, por isso mandem e-mails ou comentarios e nos ajudem a ajudar vcs por que "quem quer rir, tem que fazer rir"... hahahahahaha!!!

Abr,
Zaboobs

16 de setembro de 2009

Nick & Norah - Uma noite de amor e música


Nick & Norah - Uma noite de amor e música (Nick and Norah’s Infinite playlist)

EUA/2008 – 90 min
Comedia / Romance

Nota: 3HR’s

Direção: Peter Sollett

Roteiro: Lorene Scafaria

Elenco: Kat Dennings (Norah), Michael Cera (Nick), Aaron Yoo (Thom), Rafi Gravron (Dev), Ari Graynor (Caroline), Alexis Dziena (Trish), Jonhathan B. Wright (Beefy Guy), Zachary Booth (Gary), Jsy Baruchel (Tal).

Pode parecer um filme meio gay de se assistir com mais dois amigos, tomando cerveja e com a maior chuva caindo, mas foi o que fiz nesse sábado a noite. (muita chuva mesmo)!

Se você ler o titulo na locadora dificilmente vai alugar este filme, parece meio água com açúcar, comediazinha romântica, mas acredite em mim quando que digo que não é nada disso, sim é uma comedia romântica pois tem comédia e romance mas não é do mesmo estilo que você esta acostumado a ver eu classificaria como O Superbad das comédias românticas.

O filme começa com nosso protagonista Nick deixando um recado no telefone da sua ex, patético com certeza. E logo em seguida cortamos para a entrada da banda do mesmo Nick composta por mais dois integrantes, gays, e também o novo baterista.

Já no colégio do nosso querido Nick, conhecemos Norah, Caroline e Trish (ex do Nick) e vemos que realmente ele, Nick, é um loser mor. No desenrolar da historia as amigas Norah e Caroline estão procurando uma banda chamada Where’s Fluffy e acabam por estar no bar onde a banda do Nick esta tocando. Quando Norah é confrontada por Trish sobre o fato de ela estar sempre sozinha ela olha pra Nick e diz que veio com ele vai ate o garoto e o beija, sem saber que ele é o ex da sua “amiga” Trish e pronto toda a lambança esta feita.

A partir desse momento temos cenas impagáveis que com certeza já aconteceram com alguns de vocês, só pra enumerar algumas:

- Bêbado se tranca dentro do carro

- Bêbado bate cabeça

- Aleluia um Taxi, me leve pra...

- Bêbados Fugitivos

- Banheiro de Rodoviária, vômito, telefone e chiclete

- Strip na frente do carro

- Cabeçadas

Esse eh um filme que com certeza você vai dar algumas risadas e vai se identificar em alguns momentos, vale pra ver com os amigos mas eu recomendaria ver com uma namorada, ficante, amante, Namosa (Namorada + Esposa)...

Abr,

Zaboobs

9 de setembro de 2009

PIN UPS...PRECISO DIZER MAIS...





Desenhadas ou fotografadas, elas encarnam há um século o ideal feminino de homens carentes, e tiveram em Marylin Monroe seu principal símbolo.

Oops! Deixei cair a minha calcinha…”, exclama uma linda garota, com uma perna para cima e os seios arrebitados. Sexy, sorridente e bobinha, tal é o estereótipo da pin-up. Uma garota de papel que os esportistas nos vestiários ou os soldados nos quartéis penduram por meio de alfinetes (to pin-up), há mais de um século. Que ela seja desenhada ou fotografada, numa revista ou num calendário, a pin-up não é uma mulher de verdade, e sim uma fantasia: ela é feita para ser devorada com os olhos, e não para casar.




Marilyn Monroe, a pin-up prototípica, posa para um retrato, registrado em 1956


A bela está sempre desnudada, porém raramente nua. Isso porque o gênero pin-up, também chamado “cheesecake” (bolo de queijo), é fundamentalmente pudico. Os homens permanecem fora do cenário; as partes genitais ficam escondidas e o ato sexual é apenas sugerido, nunca consumido. O que explica o porquê do atual desvalimento da pin-up, considerada como obsoleta nesses tempos de licença sexual: daqui para frente, ela que conheceu sua hora de glória nos anos 1930-1950, nos Estados Unidos e no resto do mundo, está se vendo relegada às páginas especiais da revista “Playboy”, ao calendário da Pirelli e à “página 3 dos tablóides britânicos.

A pin-up mais célebre do século 20, Marilyn Monroe, contribuiu de maneira considerável para impor o clichê da boneca loira, passiva e inocente, à espera do bem-querer do homem. Contudo, “a pin-up não é um símbolo mais misógino do que qualquer outro no campo artístico”, corrige Maria Buszek, autora do livro “Pin-up Grrrls – Feminism, Sexuality, Popular Culture” (2006) e mestre de conferências no Kansas City Art Institute. “Ela refletiu ao mesmo tempo as atitudes vis-à-vis da sexualidade feminina e as esperanças de mudança”.

Cada época, portanto, fabricou uma pin-up que corresponde às suas próprias aspirações: ora uma deusa agressiva e conquistadora, ora um objeto sexual descerebrado.

O termo “pin-up” data dos anos 40, mas a bela é filha da revolução industrial. “É no século 19 que são reunidas as condições para a emergência do gênero”, indica Maria Buszek, “quando surgem os meios de produção das imagens em massa, uma classe média urbana e uma sociedade mais aberta à representação da sexualidade feminina”. Aos poucos vão sendo difundidos, na Europa e nos Estados Unidos, os calendários sexy, os cartões-postais e os pôsteres de atrizes de teatro, por vezes desnudadas.

Mas é a revista americana “Life” que vê surgir o primeiro grande fenômeno pin-up, em 1887: a “Gibson Girl”. Desenhada por Charles Dana Gibson, ela é burguesa, chique e está… vestida! Mesmo se os trajes de banho que descem até os joelhos, parecem ser claramente ousados. Enquanto as sufragistas, nas ruas, são alvos de vaias, que os jornais populares zombam da “New Woman” que pretende trabalhar e ser independente, Gibson impõe esta nova mulher como um ideal romântico.

Com um belo corte de cabelo; bem arrumada, ativa e segura de si, a Gibson Girl seduz os homens com o seu charme, e as mulheres com as suas roupas na moda. Em 1903, Gibson é o ilustrador o mais bem pago do país.

A idade de ouro da pin-up tem início durante os anos 30, com dois desenhistas que se tornaram clássicos do “cheesecake”: George Petty e Alberto Vargas, fazendo o sucesso da revista americana “Esquire”. Logo no seu primeiro número, em 1930, esta publicação masculina de alto padrão enfia nos intervalos das suas páginas de política e literatura uma “Petty Girl”: no começo, inteiramente vestida, ela irá se desfazer das suas pétalas no decorrer dos anos, antes de inaugurar, em 1939, o primeiro “caderno central de três páginas”, que deve ser desdobrado e destacado.


Enquanto a “Petty Girl” é uma ingênua charmosa, a “Varga Girl”, que lhe sucede, banca antes a mulher fatal. As duas têm em comum uma plásticatotalmente irrealista (pernas desmedidas e cintura de abelha), e um sucesso avassalador. O primeiro calendário de “Varga Girls”, publicado em 1940, é um best-seller. E a pin-up vai conquistando seus títulos de respeitabilidade: as revistas generalistas(”Time”, “Look”, “Cosmopolitan”…) passam a aderir a esta nova arte popular, e pedem a artistas para criarem esboços das stars de cinema no estilo “cheesecake”.

O intervalo entre as duas guerras mundiais vê surgirem dezenas de
desenhistas de pin-up, mais ou menos inspirados: Gil Elvgren, o chefe da “escola maionese”, cria calendários inspirando-se em Norman Rockwell e assina propagandas para a Coca-Cola; Art Frahm faz do“oops-deixei-cair-minha-calcinha” sua cansativa assinatura; e Zoé Mozert, por sua vez, faz dela mesma o seu modelo.

Mas, para que a pin-up se torne a arte popular americana por excelência, vai ser preciso esperar até a Segunda Guerra mundial. Ela é então requisitada pelo exército para reforçar o moral dos GI’s: as “Varga Girls” passam a cobrir seus corpos nus com a bandeira estrelada, alistam-se como enfermeiras, trajam o uniforme da Navy…. De um símbolo sexual libertino, a pin-up é elevada à patente de “deusa guerreira” e acaba personificando a mulher americana – segura de si e audaciosa.

Anônimas e atrizes de cinema espalham-se pelas paredes dos dormitórios e as portas dos armários dos soldados, dentro dos seus abrigos e até mesmo sobre a fuselagem dos aviões: é a “nose art”, discretamente incentivada pelas autoridades militares. Nunca a revista “Esquire” recebeu uma correspondência tão grande de fãs. De 1942 a 1946, 9 milhões de exemplares da revista são enviados gratuitamente para as tropas. Além disso, em 1942, quando os Correios americanos ameaçam retirar-lhe suas tarifas privilegiadas sob o pretexto de que os seus desenhos são “pornográficos”, a “Esquire” ganha seu processo, demonstrando o papel patriótico das suas criaturas de sonho.

As pin-ups mais célebres naqueles anos são a loira Betty Grable e a ruiva Rita Hayworth. A primeira causa sérios estragos nos corações dos GI’s com uma foto na qual ela nem sequer mostra seus seios: de costas, trajando um maiô de uma só peça, ela desafia com insolência a objetiva, com um sorriso travesso. Diz a lenda que ela acabou posando desse jeito para disfarçar uma gravidez nascente… Ela recebe dez mil cartas de fãs por semana, e esta foto serve de trampolim para a sua carreira de atriz.

Os “tommies” britânicos também têm a sua pin-up: Jane, uma espiã de pouca roupa a serviço da Sua Majestade, é publicada em histórias em quadrinhos no “Daily Mirror”.

Astuciosa, Jane nunca perde uma oportunidade para rasgar suas roupas – Ah! Esses danados fios de arame-farpado!… Ela é tão famosa que os soldados são autorizados a embarcar provas inéditas da série a bordo dos submarinos, de modo a não perder nenhum episódio.

Enquanto os combates estão no auge, a pin-up exibe orgulhosamente sua glória e sua independência. Mas o fim da guerra, que vê se impor a pin-up fotografada, muda por completo as regras do jogo. “Os anos 50 são conservadores”, comenta Maria Suszek. “A mulher passa então a encarnar papéis mais tradicionais. É a era da ‘virgem eterna’ e do ‘avião loiro e ingênuo’”.

Marilyn Monroe encarna este clichê com perfeição: em 1949, Norma Jean não passa de uma atriz sem um tostão que posa nua para o fotógrafo Tom Kelley. Mas quando é publicado o calendário “Golden Dreams”, ela já evoluiu bastante, e o estúdio a aconselha a negar que se trata dela. A jovem mulher opta antes por alertar os jornalistas e acaba sendo transformada em pouco tempo num símbolo sexual dos Estados Unidos. O ícone mítico e sorridente fará a sua glória, mas também causará a sua desgraça: é difícil impor-se como uma atriz séria quando você encarnou a loira descerebrada cujo vestido é levantado pelo vento (”Sete anos de reflexão”, 1955, de Billy Wilder).

Há muito tempo, o “cheesecake” tem o seu equivalente masculino, mais
discreto: o “beefcake”. Na época de Marilyn, o apolo Tab Hunter é recrutado pelos estúdios para encarnar junto ás adolescentes o solteiro branco, loiro, tranqüilizador e viril, contra o “bad boy” Marlon Brando. O pobre ator, que se vê obrigado a concluir todas as suas entrevistas com um comentário fazendo a apologia da vida matrimonial, é na realidade homossexual… Desde então ele contou sua vida dupla num best-seller amargurado, “Tab Hunter Confidential” (2005).

No decorrer dos anos, o mercado da pin-up se vê limitado às revistas para homens. Em 1953, uma nova revista, a “Playboy”, toma o lugar da “Esquire” (que se desinteressou de uma vez por todas da pin-up), e se especializa no “cheesecake”. A primeira “playmate” das páginas centrais é uma certa Marilyn Monroe. Por trás das suas reivindicações de liberação sexual, a revista faz da pin-up uma boneca sem personalidade. As poses são previsíveis, as fotos retocadas – as modelos são fotografadas no frio, para que as suas mamas fiquem arrebitadas. A pin-up da geração Playboy ou Pirelli – o calendário da marca de pneus nasce em 1964 – afastou-se do grande público.

Será que por causa disso o “cheesecake” morreu? “Ao contrário, ele está em todo lugar”, afirma Maria Buszek. “Toda e qualquer foto de Britney Spears é uma pin-up. Mas ninguém a chama mais assim”. Ainda subsistem alguns desenhistas nostálgicos para manter a chama viva, reinterpretando as pin-ups históricas, tais como Betty Page.

A pin-up também conquistou o campo da arte, com artistas tais como Cindy Sherman, que, desde os anos 70 vem desenvolvendo uma reflexão a respeito da representação da mulher.

Mas, a herança a mais recente da pin-up talvez deva se procurada do lado do “novo burlesco”, nos Estados Unidos. Trata-se de uma corrente que vê as garotas combinarem, no palco, o cabaré com o strip-tease kitsch. Será um retorno às origens? De fato, foi nos teatros, no século 19, que nasceram as primeiras pin-ups: sexy, espertas e… feministas.

Hoje temos Suicide Girls e Dita Von Teese, como elo de ligação dessa época com os dias de hoje, para mim as pin ups não podem deixar de existir nunca, afinal elas são parte da cultura e sempre devemos preservar a cultura.

Abr,

Zaboobs


fonte: UOL, Claire Guillot, Tradução: Jean-Yves de Neufville

4 de setembro de 2009

Patre Primordium no IPhone...



Em setembro, a Gol Mobile, que foi responsável por aplicativos como o Brasil Flex, lança um app para leitura de quadrinhos, Patre Primordium.

Ele conta a história de Amanda Angel, uma garota quase normal, descobrindo o quanto alguns segredos podem mudar a vida de alguém. No seu aniversário de 19 anos ela recebe um presente misterioso de seu pai, um livro. Aí começa a grande aventura de nossa heroína para descobrir o seu lugar no mundo e a sua missão.

O primeiro aplicativo vai ser a plataforma e nas próximas edições vai ser preciso apenas atualizar o seu app. O download pode ser feito diretamente do seu Iphone.

Outra novidade é que a Patre Primordium vai ter a dublagem e sonoplastia que foi desenvolvida pela Double Sound, com a Supervisão Técnica de L.G d’Orey. E conta com as vozes de Fernanda Fernandes, Flávia Saddy, Sérgio Fortuna, Sarah Souza e Mckeidy Lisita.

http://www.youtube.com/watch?v=Brmyk07z5vA

Pessoal da uma olhada no vídeo do youtube que ta muito irado...se eu tivesse um iphone com certeza eu comprava, revistinha com sonoplastia...ISSO EH MUITO F0D4!!! Mais uma vez o pessoal da Patre Primordium conseguiu surpreender estão de parabéns e que continuem assim!!! Toma essa Disney... hahahahahahaha...

Abr,

Zaboobs

18 de agosto de 2009

O nerd definido...

Surfando na web, o unico local onde sou capaz de surfar, cheguei por acaso na wikipedia e dali depois de mexer e colocar algumas palavras cheguei na mais pura e verdadeira, a palavra NERD...achei muito interessante em ver o qeu foi escrito a nosso respeito...apreciem...


NERD

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nerd é um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas atividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras atividades mais populares. Por essa razão, um nerd é muitas vezes excluído de atividades físicas e considerado um solitário pelos seus pares. Pode descrever uma pessoa que tenha dificuldades de integração social e seja atrapalhada, mas que nutre grande fascínio por conhecimento ou tecnologia.

Etimologia - A expressão é utilizada desde o final da década de 1950 no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Também há uma versão na qual a palavra derivaria de Northern Electric Research and Development (Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da companhia Northern Electric do Canadá, hoje Nortel), ou seja, atribuída àqueles indivíduos que trabalhavam no laboratório de tecnologia, que eram dados a passar noites em claro nas suas pesquisas. Na década de 1960 difundiu-se a sua conotação pejorativa, aplicado a pessoas com inteligência geralmente acima da média, com alguma dificuldade em se relacionar socialmente, e que não obedece aos padrões, principalmente físicos e intelectuais, da sociedade tornando-se uma pessoa marginalizada, tímida e solitária. Atualmente, no entanto o termo nerd vem sendo usado por determinados grupos relacionados a interesses específicos como forma de se identificarem.

Estereótipo - Segundo uma definição de Lia Portocarrero Amancio, "...é o rapaz (ou moça) que nutre alguma obsessão por algum assunto a ponto de a) pesquisar; b) colecionar coisas; c) fazer música; d) escrever sobre (normalmente acompanhado de pesquisa); e) não sossegar enquanto não descobrir como funciona; f) não dormir enquanto o programa não rodar."

Segundo Paul Graham, "Existe uma relação entre ser esperto/inteligente e ser nerd, ou melhor, há uma correlação inversa maior ainda entre ser nerd e ser popular. Se ser esperto parece fazer a pessoa não popular" de forma análoga vem a conotação pejorativa.

Os Nerds são conhecidos por um determinado estereótipo, muito divulgados em filmes ou desenhos animados, que geralmente não correspondem a realidade total. Eles não têm um padrão próprio de vestuário e são muito sociáveis quando se sentem confortáveis no ambiente.

Apesar de serem uma Tribo Urbana, é difícil reconhecê-los no dia-a-dia pois, ao contrário das outras tribos, não tem um estilo facilmente reconhecível à primeira vista. Tampouco gostam dos mesmos tipos de música, e nem todos freqüentam os mesmos lugares (apesar de uma grande parte freqüentar convenções de quadrinhos e ficção científica).

Sub-grupos - Há muitos 'sub-grupos' de nerds. Dentre eles, destacam-se:

Geeks, aqueles cujo interesse volta-se especialmente para a tecnologia, ciência e informática;

Gamers, os jogadores compulsivos de vídeo games;

Cards Gamers, os jogadores compulsivos de Cards Games (Yu-Gi-Oh, Magic, Pokemon);

RPGistas, os jogadores de Role playing games (RPG), normalmente sobre temas medievais;

Fanbase ou Fandom, um grupo caracterizado por ser fã de uma obra, ou conjunto de obras específicas;

Otakus, aficionados por animes, mangás e cultura japonesa;


Abr,

Zaboobs

3 de agosto de 2009

Comic Con 2009 e Guinness (naum a cerveja)...

Que melhor momento para o Editor Chefe do Guinness Livro dos Recordes reconhecer 6 prêmios totalmente nerdisticos e diretamente ligados ao universo da Comic Con, que na própria Comic Con. O Sr Greg Glenday veio direto de Londres para entregar os prêmios em suas palavras: " A Comic-Con se tornou o principal evento para a cultura pop e entusiastas do entretenimento”. Seguem os prêmios:

Longest Running Sitcom e Longest Running Animated TV Series – Com mais de 443 episódios, Os Simpsons é o seriado a mais tempo no ar (por contagem de episódios) e a serie de animação a mais tempo no ar. Durante a sua vigésima temporada (08-09), Os Simpsons finalmente ultrapassaram os 435 episódios de The Adventures of Ozzie and Harriet (1952-66) o antigo detentor do recorde.

Best-selling Comic (single edition) - Spider-Man No.1, com sua primeira publicação em Agosto de 1990, foi o Quadrinho com melhor venda (Edição Única). Com uma tiragem inicial de 2,35 milhões, a edição que quebrou o recorde foi vendida com uma capas de diferentes cores e diversas tiragens adicionais para atender a demanda do publico.

Longest Continuosly Published Comic Book – O quadrinho a mais tempo publicado é a Detective Comics, a qual vem sendo impressa pela DC nos EUA desde o numero 1 em marco de 1937. Esse foi o quadrinho que introduziu o Batman no numero 27 em Maio de 1939.


Most Successful Sci-fi TV Show - Doctor Who, que é a serie de Sci-fi a mais tempo no ar agora é também a de Serie de Sci-fi de Maior Sucesso na Televisão. O premio foi dado baseado no tempo que a serie vem sendo exibida e nos resultados das vendas internacionais.

Most Digital Effects in a TV Series - Farscape utilizou 25 especialistas em computação gráfica para criar cerca de 40 a 50 cenas de efeito por episodio.


Largest Gathering of Zombies – O recorde do maior encontro de Zumbis foi conquistado pelos 3.894 participantes da 'Red White and Dead Zombie Party' realizada em associação com a Night Zero no dia 03 de Julho de 2009 em Seattle, Washington.

“Os Nerds vão conquistar o mundo!”

Abr

Zaboobs

p.s.: Graças a Deus sou um deles!!!